Econoweek http://econoweek.blogosfera.uol.com.br O Econoweek é um blog escrito por três economistas que querem traduzir a economia. Tue, 28 Jan 2020 07:00:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Tem 30, 40, 50 anos? Esta regrinha ajuda a investir conforme sua idade http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/28/regra-1-3-6-9-descubra-quanto-dinheiro-investir/ http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/28/regra-1-3-6-9-descubra-quanto-dinheiro-investir/#respond Tue, 28 Jan 2020 07:00:56 +0000 http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/?p=835

Você ainda não começou a investir? Ou já começou, mas não sabe se está investindo o suficiente?

Hoje, o economista do EconoweekCésar Esperandio, vai explicar a regra 1-3-6-9, que mostra se, de acordo com a sua idade, você já investiu o suficiente ou se precisa aumentar o ritmo de investimentos para chegar lá.

 

A regra 1-3-6-9 tem esse nome porque é uma régua que exemplifica o quanto você deveria ter de dinheiro investido hoje.

Se você tem 35 anos, deveria ter um ano de salário investido. Se tem 45 anos de idade, deveria ter três anos de salário, e assim por diante.

Isso quer dizer que, se você tem 45 anos, e ganha R$ 2.000 por mês, deveria ter R$ 72.000, equivalente a R$ 2.000 X 12 meses X 3 anos.

Mas o quanto economizar para chegar lá?

 

Da última vez que conversamos por aqui, falamos sobre quatro passos para atingir a liberdade financeira. Vale a pena dar uma olhada!

 

Como funciona a REGRA 1-3-6-9?

A regra 1-3-6-9 é clara:

  • Ter o equivalente a um ano de salário investido aos 35 anos de idade;
  • Três anos de salário aos 45 anos;
  • Seis anos de salário aos 55;
  • Nove anos de salário aos 65.

O que, considerando o mesmo salário de R$ 2.000 do exemplo, seria equivalente a:

  • R$ 24.000 investidos aos 35 anos de idade;
  • R$ 72.000 aos 45 anos;
  • R$ 144.000 aos 55;
  • R$ 216.000 aos 65 anos.

Há quem diga que essa ideia deveria se estender, chegando à regra 1-3-6-9-12, sendo que acrescentaria os 12 anos de salário investidos aos 75 anos de idade, equivalente a R$ 288.000 nessa faixa etária, considerando a mesma renda de R$ 2.000 mensais.

Pega a calculadora e faça as suas contas, que eu espero.

 

Mas por que tudo isso?

A regra 1-3-6-9 veio para trazer uma solução prática para quem está preocupado com os investimentos que tem que fazer ao longo da vida, focando na aposentadoria.

A importância dessa regra só aumenta quando paramos para pensar em outros sonhos e objetivos que queremos alcançar antes disso, além de apenas pensar em uma aposentadoria digna e com liberdade financeira, sem depender de ninguém.

 

Como juntar dinheiro para a REGRA 1-3-6-9?

A regra 1-3-6-9 não veio para te chocar com esses números, mas para trazer uma solução.

A mesma regrinha de bolso também diz como chegar nesses valores que você deveria ter investidos em cada fase de sua vida.

Há algumas variações, mas a que eu mais gosto diz que você deveria poupar todo mês, em percentual da sua renda:

  • A sua idade menos 12, se você tem entre 20 e 29 anos;
  • A sua idade menos 15, se você tem entre 30 e 39 anos;
  • A sua idade menos 10, se você tem entre 40 e 49 anos;
  • Exatamente a sua idade, se você tem 50 anos ou mais.

Considerando os mesmos R$ 2.000 de renda mensal, isso seria equivalente a poupar e investir:

  • 8% da sua renda, se você tem 20 anos (20 anos – 12 = 8%: R$ 160);
  • 15% da sua renda, se você tem 30 anos (30 anos – 15 = 15%: R$ 300);
  • 30% da sua renda, se você tem 40 anos (40 anos – 10 = 30%: R$ 600);
  • 50% da sua renda, se você tem 50 anos (R$ 1.000);

Pode parar a fazer as contas na calculadora, considerando a sua idade e seu salário, que vamos aguardar.

Mas já deu para perceber que quanto mais cedo você começar a economizar e a investir, melhor!

Se você começar a economizar aos 20 anos, terá que poupar só 8% do seu salário até se aposentar para chegar aos valores que comentamos da regra geral 1-3-6-9.

Por outro lado, se você começar a economizar apenas aos 50 anos, terá que poupar metade do seu salário para chegar nos mesmos valores.

 

Pressupostos da REGRA 1-3-6-9

A regra 1-3-6-9 pressupõe algumas coisas. Vou destacar as mais importantes:

  1. Você vai passar a viver com 80% do seu salário normal a partir do momento que se aposentar, sendo que vai sacar metade dessas suas economias da regra 1-3-6-9 (50%) e complementar o restante (30%) com renda do INSS, para atingir os 80%.

Isso quer dizer que você passaria a viver com R$ 1.600 por mês (80% de R$ 2.000), sendo que, mensalmente, sacaria R$ 1.000 de suas economias da regra 1-3-6-9, complementando com R$ 600 por mês do INSS.

  1. Seu dinheiro da regra 1-3-6-9 vai acabar aproximadamente aos 85 ou 90 anos de idade, já que você passará a despoupar assim que se aposentar, consumindo o dinheiro economizado;
  2. Todo o dinheiro que você acumular desde que começar a investir na regra 1-3-6-9 tem que estar investido em algo que renda, pelo menos, inflação + 3% ao ano.

Hoje, o melhor exemplo para isso são os títulos do Tesouro Direto chamados IPCA+, que, para prazos mais longos, rendem a inflação medida pelo IPCA em cada ano, mais, aproximadamente, 3,5%, na data de publicação desse conteúdo.

A dica é que há uma boa oportunidade para você começar a investir, seja no Tesouro IPCA+, ou em o que preferir, ganhando de bônus uma cota de até R$ 150 de um fundo imobiliário em até 24 horas úteis.

Essa ação faz parte de uma campanha da Toro Investimentos para qualquer um que investir pelo menos R$ 1.000 pela primeira vez nessa corretora. Se você tiver conta aberta, mas nunca investiu na Toro, também pode participar investindo a partir de R$ 1.000.

Se você investir R$ 1.000 e pegar essa cota por R$ 150 de graça, já vai ser equivalente a 15% de retorno, sem contar que ainda terá os rendimentos do seu investimento de R$ 1.000, a valorização dessa sua cota do fundo imobiliário e a distribuição de rendimentos que os fundos imobiliários fazem mensalmente.

Interessante, não é?

 

Onde você está na regra 1-3-6-9?

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Vestibular: pressão e stress marcam os que querem entrar na faculdade http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/24/vestibular-pressao-e-stress-marcam-os-que-querem-entrar-na-faculdade/ http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/24/vestibular-pressao-e-stress-marcam-os-que-querem-entrar-na-faculdade/#respond Fri, 24 Jan 2020 11:35:19 +0000 http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/?p=842

O Enem é a porta de entrada para várias universidades. Vários outros vestibulares importantes também podem garantir o acesso às melhores universidades brasileiras, públicas ou privadas, que são o sonho de vários jovens no país. Mas a que situações de stress e ansiedade os estudantes estão sujeitos?

Hoje, o economista do Econoweek, César Esperandio, bateu um papo sobre universidade, preparação para o vestibular e carreira, com três jovens que estão nessa fase.

 

Da última vez que conversamos por aqui, falamos sobre quatro passos para atingir a liberdade financeira. Vale a pena dar uma olhada!

 

É muito caro e difícil entrar em uma faculdade de ponta?

O simpático Leonardo Roasio, 18 anos, aluno de Administração da FEA-USP, conta que quis entrar nessa universidade pois gostaria de uma faculdade que o credenciasse, evitando ter “opiniões que as pessoas não dariam nenhuma relevância”, em suas palavras. Para isso, ele concluiu que o ideal seria cursar a graduação na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Insper ou na Universidade de São Paulo, a USP.

As duas primeiras faculdades citadas são referência de ensino no país, ambas situadas na cidade de São Paulo (com algumas unidades em outros locais), cuja mensalidade podem passar dos R$ 4.500 por mês. Mesmo assim, o vestibular para ambas é bem concorrido.

A USP é a universidade pública mais conceituada no país, com processo seletivo conhecido por seu rigor e notas de cortes altas para os potenciais ingressantes.

 

A faculdade é um novo mundo?

Duh Giorgi, 17 anos, vestibulanda de Economia e moradora de Mogi das Cruzes, relata ter a impressão que as universidades de ponta da cidade de São Paulo dão a oportunidade de enriquecimento cultural, além do ensino. “Quando eu cheguei para visitar o Insper-SP, eu não acreditava! Você começa a conviver com outros tipos de pessoas”, afirma Duh. “Se eu me formasse em uma universidade da minha cidade, eu nunca chegaria no nível de um aluno do Insper, ou teria que trabalhar muito mesmo”, conclui.

Essa vestibulanda simpática, que está em processo de provas vestibulares para ingressar com bolsas de estudos em duas dessas faculdades conceituadas, Insper e FGV, também é uma influenciadora digital que se propõe a esclarecer mitos dos processos seletivos e experiências vividas dentro dos principais centros de ensino do país.

Ela visita com frequência essas faculdades e conta tudo em sua conta do Instagram, @duhgiorgi.

Mas o processo para ganhar o direito de sentar em uma das cadeiras como aluno de qualquer uma dessas universidades de ponta é árduo.

 

O ano de vestibular é um período estressante?

O aluno Luiz Felipe, 18 anos, recém chegado à graduação de Administração no Insper, veio da cidade de Salvador-BA, onde cursou o ensino médio em uma escola que se propunha a ter seus alunos na lista de aprovados das principais universidades.

“Desde o meu primeiro ano do ensino médio, eu já era focado em ser o melhor”, relata Luiz. “Mas eu tenho as minhas dúvidas se foi o melhor caminho ter sido tão duro em relação a resultados, pois eu não vivi muitos momentos que meus amigos viveram, como festas e saídas. Para mim, ensino médio foi um período horrível”.

De tanta cobrança e stress, Luiz Felipe chegou a ter uma arritmia cardíaca a passou a tomar remédio para o coração durante o ano de vestibular.

Problemas de ansiedade, stress e outras neuroses, que desencadearam problemas de saúde física, são comumente relatados nessa faixa etária.

 

Como manter a calma no vestibular?

Leonardo Roasio, aprovado em vários dos principais vestibulares do Brasil, dá a dica de fazer várias provas vestibulares e simulados, pois, ao se deparar com uma nova prova, já não estará tão tenso, podendo ter o seu desempenho comprometido pelo nervosismo e ansiedade.

Outra dica é que a crença de que há uma obrigação de ser aprovado para ingressar logo em uma faculdade é um mito.

Eu, César Esperandio, comecei a minha graduação dois anos e meio após me formar no ensino médio, e não senti nenhuma rejeição do mercado de trabalho por conta da minha idade (bem como outros colegas de classe bem mais velhos que eu) e ainda me percebi muito mais maduro para encarar o novo desafio com a seriedade que ele merece.

Além disso, relatamos aqui apenas a experiência de alunos em processo de ingresso em universidades de ponta, sendo que essa não é a realidade da maioria dos brasileiros.

Mantenha-se calmo e cobre-se menos. Se você pensa em ingressar em faculdades menos reconhecidas, também agarre essa oportunidade com todas as forças e tire o maior proveito possível, absorvendo o máximo de conhecimento disponível.

Com certeza, você terá um diferencial para sair na frente pela busca de sua carreira e seus sonhos.

 

Você também está nessa fase de vestibular e faculdade?

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Alcance a liberdade financeira em quatro passos http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/21/alcance-a-liberdade-financeira-em-4-passos/ http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/21/alcance-a-liberdade-financeira-em-4-passos/#respond Tue, 21 Jan 2020 07:00:35 +0000 http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/?p=819

Você já deve ter ouvido a frase “dinheiro não traz felicidade”. E quem te disse isso, tinha dinheiro?

Bom, quem afirma isso não está totalmente errado.

Quando você não tem dinheiro o suficiente, tudo parece girar em torno justamente do dinheiro, sendo essa ausência uma fonte de frustração, sensação de incapacidade e infelicidade.

Temos a impressão de que todo problema se resolveria se tivéssemos dinheiro. Isso não é exatamente verdade, mas, pode apostar que boa parte das coisas, se não se resolveria, com certeza teria um caminho melhor para que pudéssemos solucioná-las, se tivéssemos dinheiro.

Imagine que você não tivesse mais que se preocupar com dinheiro e nem olhar o preço do cardápio antes de pedir a comida. Não porque está esbanjando, mas porque o dinheiro não seria mais fonte de preocupação na sua vida.

Dessa maneira, você poderia se preocupar com o que realmente importa, que é buscar a felicidade, seu casamento, e várias outras coisas.

Hoje, o economista do EconoweekCésar Esperandio, vai contar quatro passos para atingir a liberdade financeira.

 

Da última vez que conversamos por aqui, falamos de o que devemos ficar de olho em 2020, acerca da política, economia e investimentos. Vale a pena checar!

 

1. Monte uma reserva de segurança

Para montar a sua reserva de segurança, a regra de bolso diz para você ter entre seis e 12 meses dos seus gastos investidos em alguma coisa que possa sacar a qualquer momento.

Bons exemplos de investimentos desse tipo são o Tesouro Selic ou mesmo o dinheiro parado na Nuconta, do Nubank, que vão te pagar aproximadamente a taxa Selic, uma ótima remuneração para esse tipo de investimento.

Você pode construir outros tipos de investimentos paralelamente? Pode, claro. Mas é importante ter uma reserva de segurança, pois caso perca o emprego, poderá ficar até um ano desempregado mantendo o padrão de vida, justamente por conta dessa reserva de segurança.

Essa não é única situação útil para o seu fundo de segurança, que pode ser utilizado caso o seu carro quebrar, ou caso alguma outra coisa não sair conforme o planejado.

Esse não é um dinheiro para comprar um celular novo ou para gastar em coisas supérfluas.

Ter um fundo de segurança vai permitir respirar aliviado pela primeira vez na vida, com menos preocupações de que nada pode dar errado, e é um importante passo para a sua liberdade financeira.

Dica: fique calmo caso você não tenha nada em uma reserva de segurança. Esse é apenas um parâmetro para ser atingido e essa reserva é para ser construída devagarzinho mesmo. Sempre reserve uma parcela do que você ganha, assim que cair o salário, e invista. Mesmo que seja só R$ 10,00 ou R$ 5,00, o importante é sempre poupar e investir.

Temos um conteúdo mostrando como se preparar para a crise de 2020. Não sabemos se haverá ou não uma crise, como muito se comenta, mas reunimos duas linhas de estratégias para você estar preparado caso isso aconteça, uma estratégia defensiva e outra ofensiva, passando por como montar uma reserva de segurança.

Com certeza, você estará financeiramente muito bem se seguir essas dicas, o que tem tudo a ver com esses quatro passos para atingir a liberdade financeira.

 

2. Quite as suas dívidas

Ter dívida ou crédito tomado não é nenhum problema, e quase todos nós temos alguma parcela para pagar.

Mas, quitar tudo isso é um passo importante para ver o seu orçamento livre outra vez.

Imagine que você tenha prestações do carro de R$ 400, da casa de R$ 600, da televisão de R$ 100, e do celular de R$ 30.

Isso soma R$ 1.130. Se o seu salário líquido de impostos é de R$ 2.000, na verdade, você só pode contar com R$ 870 no mês.

Levando em conta que temos outros gastos essenciais, como alimentação, combustível ou transporte, etc, o orçamento pode estar totalmente comprometido.

Com certeza, essa situação causa stress sem que, às vezes, sequer percebamos.

Acabar com essas parcelas é importante para caminhar rumo à liberdade financeira, trazer tranquilidade para o lar e voltar a sobrar dinheiro para investir e atingir os seus objetivos.

Se essa é a sua situação, produzimos um conteúdo de como pagar as dívidas rapidamente com cinco mudanças no estilo de vida.

 

3. Tenha controle do seu dinheiro

Ter controle do seu dinheiro é peça fundamental para a sua liberdade financeira.

Para isso, você precisa saber quanto ganha, quanto gasta e com o que gasta. Seja usando uma planilha de Excel, um aplicativo de celular, ou o bom e velho papel e caneta, anote tudo.

Mas, apenas anotar não basta. Faça anotações inteligentes.

A regra 50-30-20 é o método mais prático para tomar as rédeas das suas finanças e é bastante intuitiva porque divide muito claramente o que você vai fazer com o dinheiro que ganhar todo mês:

  • 50% irão para os gastos necessários;
  • 30% para os gastos com desejos ou com aquilo que você quer ou gosta;
  • 20% serão direcionados às prioridades financeiras, entrando aqui os investimentos ou as parcelas de dívidas e créditos tomados.

O método 50-30-20 dá uma noção real de como você gasta o seu dinheiro, deixando bem evidente o que pode e o que não pode ser cortado. Temos um conteúdo detalhando essa regra para você já colocar em prática.

 

4. Invista todo mês

Investir todo mês é a melhor maneira de criar um hábito saudável de investimentos.

Ao investir consistentemente, você fará o dinheiro trabalhar para você.

A boa notícia é que isso só melhora.

O dinheiro investido hoje, vai render uma quantia até o mês que vem. O dinheiro investido no mês que vem, também renderá da mesma maneira. Mas o dinheiro que você investiu hoje não vai parar de render até lá.

É um ciclo virtuoso que fará os seus investimentos, mesmo que devagarinho, virar uma bola de neve.

Esse dinheiro investido, além de trazer segurança, proporcionará a você atingir os seus sonhos e objetivos, além de garantir uma aposentadoria confortável.

Se estamos falando de liberdade financeira, ela não pode estar presente apenas na sua juventude e, quando você se aposentar, voltar a ter stress financeiro ou mesmo passar a depender dos outros.

Então, pense também nisso.

Se você não sabe por onde começar a investir, aqui no Econoweek, pode contar com muita fonte de conhecimento sobre investimentos e finanças.

Mas, para o seu primeiro passo, uma dica é começar contando com a ajuda de especialistas.

Há empresas especializadas em dar recomendações de investimentos, dizendo onde você deveria investir o seu dinheiro.

A Levante e a Suno são bons um exemplo disso. O legal é que elas são totalmente independentes. Então, não ganham nada dos bancos e das corretoras para recomendarem um investimento ou outro, tornando a ideia de investimento mais alinhada aos seus objetivos.

 

O que você tem feito para atingir a sua liberdade financeira e viver com mais bem-estar?

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Como será a economia em 2020? Bolsonaro atrapalha ou ajuda? E as eleições? http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/17/fique-por-dentro-dos-principais-eventos-da-economia-em-2020/ http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/17/fique-por-dentro-dos-principais-eventos-da-economia-em-2020/#respond Fri, 17 Jan 2020 07:00:18 +0000 http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/?p=801

Há muita coisa acontecendo no Brasil e no mundo! E como será que isso vai impactar a nossa vida, nossa carreira e nossos investimentos?

Hoje, o economista do EconoweekCésar Esperandio, vai comentar o que devemos ficar de olho em 2020, incluindo:

  • O que vem depois da reforma da previdência?
  • Bolsonaro vai ajudar ou atrapalhar a recuperação da economia?
  • O que esperar das eleições municipais?
  • O que esperar das eleições dos EUA?
  • O que os economistas estão falando de 2020 e dos investimentos?

 

Da última vez que conversamos por aqui, falamos de quatro técnicas para conseguir salários mais altos, seja no seu emprego atual ou em um novo local de trabalho. Vale a pena checar!

 

1. O que vem depois da reforma da previdência?

A reforma da previdência foi aprovada e ajudou a não levarmos as contas públicas para um nível explosivo.

Mas ela não resolveu todos os problemas.

No Brasil, temos uma característica de que a maior parte dos gastos públicos, que são as contas que o governo tem que pagar, são gastos obrigatórios constitucionalmente.

Ou seja, de acordo com a Constituição Federal, a mãe de todas as leis, somos obrigados a pagar essa conta, não importa o que aconteça.

Boa parte dos gastos obrigatórios é de folha de pagamento de servidores.

Numa empresa privada há mecanismos de ajustes, e quando há uma crise e as vendas caem, há a possibilidade de demitir, contratar pessoas com salário mais baixo, reduzir jornada, etc.

No governo, isso é praticamente impossível de acontecer.

Não somos partidários do discurso fácil de que servidor público é ineficiente e tem que ser demitido, mas alguma coisa tem que ser feita nessa direção.

Já há propostas de mudança na constituição, que abarcam outros temas que tocam os gastos obrigatórios além de despesa com pessoal.

Essa deve ser uma das reformas mais importantes que serão discutidas em 2020, com impacto direto na saúde das contas públicas e no ambiente de negócios e investimentos, consequentemente.

 

2. Bolsonaro vai atrapalhar ou ajudar a economia?

Estabilidade econômica nunca foi uma das virtudes do Brasil.

Por aqui, houve ano com inflação alta, depois baixa, depois alta de novo. Um ano com crescimento do PIB, mas no seguinte, recessão econômica. Impeachment, brigas políticas. Juro alto, juro baixo, juro alto de novo. A gente está acostumado, infelizmente, com os altos e baixos na economia.

Pela primeira vez, há perto de um consenso de que a inflação e os juros deverão continuar baixos por período prolongado, com crescimento do PIB constante, embora ainda bastante modesto.

Há diversas razões para essa confiança, mas temos um elemento extra que tem trazido instabilidade, por mais bem-intencionado que possa ser: o nosso presidente da República, Jair Bolsonaro.

Com temperamento difícil e constantes atritos políticos, há sempre um temor de que o clima político pode desandar, com reflexos também para a economia.

Apesar dos avanços econômicos, a política, começando por Bolsonaro, continuará sendo uma coisa para ficarmos de olho em 2020.

 

3. Eleições para prefeito

Nesse ano, teremos eleições municipais, onde vamos escolher prefeitos e vereadores.

Eu, César Esperandio, trabalhei em departamentos macroeconômicos de bancos e consultorias por mais de dez anos, e as eleições sempre estiveram no radar dos investidores.

Nas últimas eleições, uma coisa surpreendeu até aos mais experientes. A ascensão de políticos não tradicionais, como é o caso do Dória, que foi prefeito de São Paulo e hoje é Governador do Estado, além de vários outros exemplos.

O João Dória entrou na política muito recentemente. Tendo construído a sua carreira como empresário.

O próprio Bolsonaro, apesar de estar na política há muitos anos, também foi uma grande surpresa na eleição presidencial por não contar com grande tempo de TV e nem expressiva verba de campanha e, mesmo assim, ter sido eleito.

Isso era algo impensável há algumas eleições.

Para 2020, outras surpresas poderão surgir. Mas ninguém poderá ficar tão surpreendido assim.

 

4. Eleição dos EUA

2020 também é ano de eleição nos Estados Unidos, mas por lá será escolhido um novo presidente americano.

A economia vai bem, mas há chances de recessão.

Nós temos um conteúdo dando dicas de como se preparar caso tenha uma crise vinda dos EUA, já que a maioria dos economistas americanos aposta que isso deve acontecer.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, passa por uma turbulência política, com pedido de impeachment, que tem baixas chances de sucesso.

Trump tem grande chance de se reeleger, mas as eleições americanas costumam ser muito equilibradas e tudo pode acontecer.

Com a escolha de presidente da maior economia do mundo, os impactos para outros países e para os nossos investimentos são imediatos.

Esse é um importante evento para ficar de olho nesse ano.

 

5. O que os economistas estão falando de 2020?

Para os grandes números da economia, o Boletim Focus, do Banco Central, que reúne as projeções dos maiores economistas do Brasil, vamos comentar sobre a inflação, PIB, dólar e juros.

O crescimento do PIB, que representa a recuperação econômica, ser de 2,3%. É praticamente o dobro do que deve ser o PIB de 2019, que ainda não foi divulgado, mas ainda assim representa um crescimento vagaroso, que não repõe a queda que tivemos durante a crise.

O dólar, deverá encerrar em nível parecido: ao redor de R$ 4,04.

A inflação, medida pelo IPCA, deverá ficar ainda mais baixa que a de 2019: ao redor de 3,58%.

A Selic, que baliza todas as demais taxas de juros, deverá continuar no mesmo nível atual de 4,5% ao ano, o menor da história.

 

6. Conclusão

A conclusão é que, na minha opinião, 2020 deverá ser um ano melhor que 2019.

Do ponto de vista dos investimentos, teremos que nos acostumar com juros baixos, o que é boa oportunidade para aprendermos sobre renda variável e investimentos em ações, por exemplo, para buscarmos melhores rentabilidades para as nossas carteiras.

Nós, do Econoweek, temos um conteúdo contando quatro dicas práticas para economizar e investir mais e melhor em 2020.

Eu comentei os principais eventos para ficarmos de olho nesse ano, mas há outras coisas importantes.

 

O que mais você diria que vale a pena botarmos no radar?

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4 dicas infalíveis para pedir aumento salarial http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/14/4-dicas-infaliveis-para-pedir-aumento-salarial/ http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/14/4-dicas-infaliveis-para-pedir-aumento-salarial/#respond Tue, 14 Jan 2020 07:00:33 +0000 http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/?p=783

O seu chefe não quer te dar um aumento? Ou será que é você que não sabe negociar um salário melhor?

Hoje, a economista do EconoweekYolanda Fordelone, divide com a gente quatro técnicas para conseguir salários mais altos, seja no seu emprego atual ou em um novo local de trabalho.

 

Da última vez que conversamos por aqui, falamos de quatro livros para ler em 2020 para começar o ano com mais dinheiro, além de mais conhecimento sobre finanças e sobre o mundo da economia e dos investimentos. Vale a pena ler!

 

1. Faça um brand book

Apesar de não ser tão comum no Brasil, é muito comum no mundo empresarial. O brand book é uma documentação sobre você, sua formação, trabalhos, grandes feitos, podendo ir além da esfera profissional.

Você se apresenta com base nas informações que estão no seu currículo, mas pode ir além.

O brand book pode ser impresso ou, melhor ainda, dá para fazer um site com essas informações.

Além do currículo, você pode incluir depoimentos de chefes e outras pessoas que já trabalharam com você, alguns resultados que alcançou e, por exemplo, caso você seja um jornalista ou designer, pode mostrar alguns textos, peças e campanhas que já fez.

Com esse conteúdo mais detalhado na hora de pedir emprego, você conseguirá se valorizar mais e, com certeza, a sua entrevista terá uma conversa que irá além do “me conte seus principais defeitos e qualidades”.

 

2. Faça uma pesquisa de mercado

Quando você quer comprar alguma coisa, você compra “no escuro”, sem saber mais ou menos quanto custa? Não, né?

O mesmo vale para o seu salário.

O LinkedIn Salary ainda não está disponível no Brasil. Mas há outros sites.

Antes de sentar para negociar o seu salário, procure em sites como Glassdoor quanto o profissional do seu mesmo nível está ganhando, seja estagiário, analista júnior, pleno, sênior ou coordenador.

Se possível, pesquise em empresas que sejam similares à sua. Ou seja, se for uma empresa média, procure os salários de empresas médias.

Outra fonte é o seu grupo de colegas da faculdade. Se sentir-se confortável, pergunte mais ou menos quanto ganha um profissional da sua área.

 

3. Seja específico

Quando te perguntarem qual é a sua pretensão salarial, seja específico.

Se você quer ganhar R$ 4.000, não fale “algo entre R$ 3.500 e R$ 4.000”. Primeiro, porque o seu chefe, ou a empresa, possivelmente se balizará pelo menor valor e, segundo, porque essa postura não transmite confiança em você mesmo. Seja certeiro.

 

4. Peça feedbacks constantes

No seu atual emprego, o feedback vai ajudar a entender o que falta para você atingir o próximo nível e ser promovido.

Em entrevistas de emprego que não deram certo, os feedbacks possibilitam a você perceber o que faltou para ser aprovado.

Se faltar alguma habilidade técnica, como inglês ou o domínio de um software específico, peça um feedback para o recrutador. Dessa maneira, você poderá correr atrás e em pouco tempo poderá conseguir o emprego dos sonhos.

Nem toda empresa está aberta a dar um feedback da negativa, mas não custa tentar.

 

Tem mais alguma dica para pedir aumento salarial?

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4 livros para ler em 2020 e ganhar mais dinheiro http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/10/4-livros-para-ler-em-2020-e-ganhar-mais-dinheiro/ http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/10/4-livros-para-ler-em-2020-e-ganhar-mais-dinheiro/#respond Fri, 10 Jan 2020 07:00:33 +0000 http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/?p=751

Aqui no Econoweek, sempre repetimos que o conhecimento é sempre uma saída. E há poucas maneiras melhores de adquirir conhecimento do que ler um livro.

Hoje, a economista do EconoweekYolanda Fordelone, recomenda quatro livros para ler em 2020 para começar o ano com mais dinheiro, além de mais conhecimento sobre finanças e sobre o mundo da economia e dos investimentos.

 

Da última vez que conversamos por aqui, falamos do Detox Financeiro do Econoweek, com três coisas que podemos cortar hoje, sem fazer nenhuma falta, e já começar 2020 economizando.

 

1. Crash, uma breve história da economia

Crash, uma breve história da economia” é um livro de Alexandre Versignassi, que foi editor da revista Superinteressante. Então, é cheio de curiosidades.

O livro vai da história do escambo, passa pela criação do dinheiro, até chegar à economia atual, com as bolsas e as crises.

 

2. O último teorema de Fermat

O último teorema de Fermat” é um livro que relata como foi desvendado um enigma da matemática após 358 anos.

Sim, você não leu errado. Fermat foi um matemático que fez uma anotação em um livro, mas não a demonstração de como chegou àquela conclusão.

Daí, já viu, né? A galera quebrou a cabeça durante mais de 300 anos para conseguir desvendar esse mistério e, para isso, tiveram de recorrer desde à criação dos números, até à teoria das cordas. Por isso, falam que o teorema de Fermat está intimamente ligado à história da matemática.

Teve até concurso pagando dinheiro para quem descobrisse a solução.

O mais legal é que, apesar de ser sobre uma história da matemática, o livro é feito para leigos.

Recomendamos a leitura para quem gosta dos números e também para quem não gosta muito, pois irá passar a gostar.

 

3. Cartas a um jovem economista

O livro “Cartas a um jovem economista“, do Gustavo Franco, é muito bom para quem está pensando em seguir na profissão de economista, ou quer saber um pouco mais sobre a atuação deste profissional.

Gustavo Franco já atuou no meio acadêmico, no governo e ainda teve experiências em empresas.

Nesse livro, em dez cartas, o autor relata suas experiências e, ao mesmo tempo, detalha as atividades de um economista.

Temos um vídeo com um review sobre esse livro, que ficou muito legal.

 

4. A história do mundo em seis copos

O livro “A história do mundo em seis copos” é sobre isso mesmo. A história do mundo contada por meio de seis bebidas: a cerveja, o vinho, os destilados, o chá, o café e a Coca-Cola.

O autor relata a hegemonia de cada bebida de acordo com o momento político e econômico do mundo.

Não à toa, os destilados dominam as relações da Europa e colônias da época, enquanto a Coca-Cola se sobressai na fase capitalista.

 

Qual livro você incluiria na lista de 2020?

Conta aqui nos comentários ou fale com a gente no nosso canal do YouTube, Instagram e LinkedIn. Também é possível ouvir nossos podcasts no Spotify. A gente sempre compartilha muito conhecimento sobre economia, finanças e investimentos. Afinal, o conhecimento é sempre uma saída!

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Método Detox Financeiro: 3 coisas para cortar hoje que não farão falta http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/07/metodo-detox-financeiro-3-coisas-para-cortar-hoje-que-nao-farao-falta/ http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/07/metodo-detox-financeiro-3-coisas-para-cortar-hoje-que-nao-farao-falta/#respond Tue, 07 Jan 2020 07:00:14 +0000 http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/?p=719

Quando a gente fala em economizar, já pensamos em rever todo o nosso orçamento para descobrirmos onde podemos “cortar” gastos. Hoje, a economista Yolanda Fordelone vai te contar o Método Detox Financeiro do Econoweek, com três coisas que podemos cortar hoje, sem fazer nenhuma falta, e já começar 2020 economizando.

 

Da última vez que conversamos por aqui, contamos das besteiras financeiras que fizemos em 2019 e não pretendemos repetir em 2020. Vale o clique!

 

1ª dica para 2020: corte o cheque especial

Você já deve estar sabendo que mudou a regra do cheque especial. “Ah, mas eu não uso”. Por isso mesmo é que você tem que tomar uma providência, pois que não está usando o cheque especial é que vai pagar simplesmente por ter limite de dinheiro para usar.

O Banco Central decidiu que agora os bancos só podem cobrar juros de até 8% ao mês no cheque especial.

Em contrapartida, porém, os bancos poderão cobrar uma tarifa até de quem não usa o cheque especial.

A partir do dia 1º de junho de 2020, basta ter um limite de cheque especial acima de R$ 500 para ser obrigado a pagar essa tarifa, que poderá ser de até 0,25% do valor que exceder os R$ 500.

Ou seja, se o seu limite é de R$ 5 mil, o banco vai poder cobrar 0,25% dos R$ 4.500 (o valor acima de R$ 500), o que dá R$ 11,25 por mês.

Você não vai querer pagar isso, não é? 80 milhões de pessoas têm limite acima de R$ 500. Então, sugerimos já cortar o seu limite para um valor de até R$ 500, mesmo que a regra só passe a valer a partir de junho.

 

2ª dica para 2020: migre para um pacote bancário mais barato

Ainda falando de bancos, você realmente usa tudo aquilo que o seu pacote bancário da conta corrente inclui?

TEDs, DOCs, folhas de cheque, e por aí vai. A maioria das pessoas não usa tudo isso.

Aproveite esse começo de ano para migrar de serviço. Você pode tanto optar por uma conta digital gratuita, como pelo pacote gratuito básico que todo banco tem que oferecer seguindo as regras do Banco Central.

Nós já ensinamos como abrir conta de graça em qualquer banco. Vale a pena conferir essa informação.

 

3ª dica para 2020: ande com a sua garrafa d’água

O terceiro item que você pode cortar é água.

Não estamos dizendo para você beber menos água. Ao contrário, com essa dica, vai passar a beber ainda mais água, cuidando melhor da saúde e do bolso.

Outro dia, o economista do EconoweekCésar Esperandio, comentou que sempre anda com uma garrafa de água para não ter que comprar quando tiver sede.

E não é que isso faz bastante sentido! Se comprarmos duas garrafinhas de água por semana, por R$ 4 cada uma, já seriam R$ 416 gastos por ano. Parece pouco, mas são essas pequenas trocas, que são de pequeno esforço, que nos fazem economizar bastante dinheiro e ainda adotarmos melhores hábitos em nossas rotinas.

 

Que outra dica você daria de um corte de gastos fácil de fazermos em 2020?

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Erros financeiros de 2019 que não queremos repetir em 2020 http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/03/erros-financeiros-de-2019-que-nao-vamos-repetir-em-2020/ http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2020/01/03/erros-financeiros-de-2019-que-nao-vamos-repetir-em-2020/#respond Fri, 03 Jan 2020 07:04:07 +0000 http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/?p=714

Depois de dividirmos com vocês quais são as nossas metas para termos um 2020 mais próspero, com mais dinheiro e mais conhecimento, chegou a hora de contarmos quais foram as besteiras que cometemos em 2019 e que não pretendemos repetir neste ano novo.

Hoje, os economistas do Econoweek, César Esperandio e Yolanda Fordelone, contam quais foram as suas gafes de 2019, que serviram de lição para mudar de postura com o dinheiro em 2020.

 

Erro 1: saber que tem um péssimo investimento, mas não fazer nada

Antes de 2019, o César colocou um dinheiro em um fundo de investimentos do banco em que trabalhava.

Como esse fundo era muito famoso e funcionários do banco tinham acesso facilitado, ele investiu uma quantia sem sequer olhar muitos detalhes desse fundo. O erro já começou aí, mas isso aconteceu antes de 2019.

Já no ano passado, ao observar detalhes desse fundo de ações, ele percebeu algumas coisas que não faziam nenhum sentido.

O fundo tem como benchmark (desempenho de referência) o CDI, comum em fundos de renda fixa, mas não o Ibovespa, como é de se esperar para um fundo de ações.

Além dos 2% ao ano de taxa de administração, comum para esse tipo de fundo, havia também uma cobrança de taxa de performance de 20% para o desempenho que excedesse os 100% do CDI.

A taxa de performance normalmente é algo muito bom, pois incentiva o gestor do fundo e sua equipe a buscarem melhores desempenhos. Mas o CDI, hoje, gira ao redor de 4,5% ao ano, e o Ibovespa teve desempenho muito superior em 2019.

Esse fundo deveria ter como benchmark da taxa de performance o Ibovespa ou, pelo menos, inflação mais uma taxa combinada, para, aí sim, receberem uma taxa de performance.

Mesmo sabendo disso tudo, o César acabou enrolando o ano inteiro e não tirou o dinheiro de lá.

Para 2020, isso tem que ser feito o quanto antes.

 

Erro 2: parar de planilhar gastos e extrapolar

Diante da correria do dia a dia, a Yolanda Fordelone acabou deixando de anotar seus gastos em 2019.

Além disso, com uma grande carga de trabalho e stress, acabou compensando com gastos desnecessários.

Apesar de ela, ainda assim, ter conseguido economizar um pouco de dinheiro no ano passado, ela tem consciência de que poderia ter investido muito mais se tivesse mais controle dos gastos.

 

Erro 3: deixar o dinheiro na poupança

Muito parecido com o primeiro erro que comentamos, ter uma conta poupança, onde automaticamente fica o dinheiro que conseguimos economizar, pode ser uma cilada.

Na prática, se a inflação estiver mais baixa que o dinheiro investido na poupança, não haverá prejuízo. Mas, quando lembramos que há diversas opções de investimentos, tão seguros quanto a poupança, mas que rendem muito mais, dá um peso na consciência pensar que ainda deixamos o nosso dinheiro nesse tipo de coisa.

Uma dica é criar o hábito de investir periodicamente ou, mesmo, usar serviços como a Nuconta, do Nubank, que já rende mais que poupança e ainda serve muito bem como reserva de segurança.

 

Erro 4: ter maus hábitos e não ter um plano de saúde

Com uma rotina pouco saudável de atividades físicas, o César sofreu uma lesão razoavelmente grave e teve que recorrer a procedimentos médicos com certa urgência.

No fim, acabou gastando mais de R$ 5.000 entre atendimento médico, fisioterapia e medicamentos.

Para 2020, ele pretende continuar melhorando a rotina de atividades físicas e já contratou um plano de saúde.

“Eu precisei sentir no bolso e no corpo para começar a me planejar melhor”, relata.

No vídeo acima, comentamos ainda outros deslizes que cometemos em 2019 e que pretendemos não repetir em 2020.

 

Quais erros você cometeu em 2019, que não vai mais repetir em 2020?

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Estudar inglês, ler um livro por mês, investir mais: nossas metas para 2020 http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2019/12/31/investir-mais-falar-ingles-confira-as-nossas-metas-para-2020/ http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2019/12/31/investir-mais-falar-ingles-confira-as-nossas-metas-para-2020/#respond Tue, 31 Dec 2019 07:00:35 +0000 http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/?p=706

O ano novo já está batendo na porta e todo mundo tem metas e resoluções para 2020. Com o Econoweek não é diferente. Hoje, os economistas César Esperandio e Yolanda Fordelone contam quais são as suas metas e táticas para ter um 2020 mais próspero, com mais dinheiro e mais conhecimento.

Da última vez que a gente conversou por aqui, falamos das dicas sobre mudança de mindset e de estilo de vida para economizar e investir mais em 2020. Vale a pena conferir.

 

Meta 1: Estudar inglês

Apesar de a Yolanda ter inglês razoável, com o dólar bastante caro, em 2019, ela não conseguiu treinar a língua em viagens internacionais.

Com o inglês um pouco fora do seu dia-a-dia, ela tem se sentido um pouco “enferrujada” e pretende voltar a estudar a língua em 2020, principalmente gastando pouco ou nada.

Nós já demos dicas de como aprender inglês sem grana

e isso é totalmente possível, com apps gratuitos que ensinam diferentes línguas, passeios turísticos gratuitos em inglês por São Paulo e outras capitais, além de várias outras dicas. Você vai gostar!

Outra coisa legal para estar em contato com a língua inglesa sem gastar nem 1 centavo a mais é começar a assistir aos filmes na Netflix com áudio e legenda em inglês e, quando se acostumar, retirar as legendas, para treinar ainda mais a escuta.

 

Meta 2: Planilhar gastos

Com a correria do ano, podemos descuidar e “deixar para lá” o acompanhamento dos nossos gastos. Esse acompanhamento pode ser feito no Excel, em aplicativos como Guiabolso e Mobbils, ou até no bom e eficiente caderninho de papel.

O fato é que acompanhar os gastos, anotando e classificando, é a maneira mais eficiente de perceber onde mais gastamos, para poder economizar, repensar o padrão de vida e passar a investir mais em 2020.

Se você quiser aprender a como usar o Excel para montar uma planilha de gastos, temos um vídeo ensinando a como fazer isso.

 

Meta 3: Ler um livro por mês

A leitura é uma das coisas que mais enriquecem o nosso aprendizado e, com esse ritmo de um livro por mês, você lerá 12 livros em 2020.

Além de aprender muita coisa, vai adquirir um hábito saudável e poderá descobrir mil novas maneiras de economizar e investir, já que há ótimos livros sobre o tema.

Uma dica de leitura para 2020 é o livro “Família, afeto e finanças”, sobre finanças pessoais, autoconhecimento e como tornar a sua família mais próspera e unida. Temos um vídeo comentando essa leitura.

 

Meta 4: Investir mais em 2020

A meta do César é investir R$ 100 mil no ano, pois, em 2019, não conseguiu investir muito. Para isso, ele vai seguir à risca as 4 regras para investir mais e melhor em 2020, que incluem:

 

No vídeo acima, temos mais dicas e metas para 2020.

 

Quais são as suas metas para 2020?

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Três dicas simples para ser mais produtivo e investir seu dinheiro em 2020 http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2019/12/27/como-criar-o-mindset-certo-para-investir-e-ganhar-mais-dinheiro-em-2020/ http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/2019/12/27/como-criar-o-mindset-certo-para-investir-e-ganhar-mais-dinheiro-em-2020/#respond Fri, 27 Dec 2019 07:00:27 +0000 http://econoweek.blogosfera.uol.com.br/?p=694

As dicas de hoje são sobre mudança de mindset e de estilo de vida. Pode ter muita coisa atrapalhando e impedindo a gente de começar a investir de uma vez por todas, lá no subconsciente. E a gente nem percebe.

Hoje, o economista do EconoweekCésar Esperandio, dá três dicas que não têm a ver diretamente com dinheiro, mas vão mudar conceitos dentro da sua cabeça para que você também mude sua postura e passe a poupar e investir mais em 2020. Com participação especial e dicas bônus do Lufe Gomes, do Canal Life by Lufe.

Da última vez que a gente conversou por aqui, falamos das quatro dicas práticas para economizar e investir mais e melhor em 2020.

 

Organize a sua casa

Arrumar a sua casa tem que ser a primeira coisa a se fazer. Pode parecer besteira, mas me ajudou muito a ficar mais produtivo e “tirar da frente” as pendências  que parecem não ser tão importantes, mas que ficamos adiando e, por isso, acabam nos impedindo de focar em outros objetivos.

O que eu fiz foi muito simples. Comecei pelo meu guarda-roupas, separando todas as roupas que não usava mais, e doei tudo.

Em seguida, separei todos os livros que já li ou que nunca vou ler, e também doei. Arrumei todos os documentos que estavam esparramados pela casa e, por fim, ajeitei o resto, como a cozinha e o rack da sala.

Além de eu ter feito uma boa ação, agora sei onde está tudo em casa, e é muito mais fácil manter a casa arrumada.

De quebra, não tenho mais a sensação de que preciso de novas roupas, apesar de ter doado mais da metade delas. Passei a saber exatamente tudo o que tenho, já que, de fato, uso todas essas roupas.

O nosso amigo Lufe, do Canal Life by Lufe, conta que, para economizar com a sua casa, você deve ter apenas “o que você precisa e o que te faz feliz”, que podem ser objetos da avó ou coisas que você tem desde a infância, com as quais sequer você gastou dinheiro.

“Não tente iludir outras pessoas com um sofá caro, com uma cortina ou uma torneira mais cara, com o último modelo de televisão”, diz Lufe Gomes. “Muitas vezes, essas coisas vêm para você gastar e trabalhar mais para poder pagar tudo isso. Não é esse o caminho”, afirma.

“Tenha você dentro de casa, representado por meio dos objetos, e não coisas que façam você gastar sem razão”.

 

Organize o seu celular

Como a gente passa horas importantes do dia no smartphone, o passo seguinte é deletar todos os aplicativos que não usamos, fazer uma tela inicial com os apps que realmente utilizamos no dia-a-dia, preferencialmente organizados em pastas.

Arrume um tempo para fazer uma limpeza nas fotos e em todas as tranqueiras que recebe no WhatsApp.

Ah! Já aproveita para mexer nas configurações do aplicativo e deixe de receber arquivos e fotos automaticamente. Assim, seu celular nunca vai lotar, ficará mais organizado e te dará mais produtividade em 2020.

 

Limpe a sua caixa de e-mail

Você é daquelas pessoas que têm mais de 1.000 e-mails na caixa de entrada? Reserve um tempinho para deletar tudo isso. Se não leu até agora, não precisa mais ler.

Vá deletando em grupos e criando regras para os próximos e-mails: por exemplo, classificar como lixo eletrônico todo e-mail que não deseja mais receber, ou criar uma pasta para guardar automaticamente todos os seus e-mails do Uber. Fez uma viagem de Uber e recebeu o comprovante, que só lota a sua caixa de entrada? Criando uma regra de e-mail, da próxima vez, esse conteúdo já irá direto para uma pasta, e você só vai precisar consultar caso precise.

 

No nosso próximo post, vamos falar sobre as nossas metas financeiras para 2020. Das minhas, César Esperandio, e da Yolanda Fordelone.

O que você achou dessas dicas de produtividade para 2020?

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